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	<title>Arquivo de Edição online - Notícias de Viseu</title>
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	<title>Arquivo de Edição online - Notícias de Viseu</title>
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	<item>
		<title>Vouzela adere ao sistema da Águas do Douro e Paiva confiante numa melhor gestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 10:28:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara de Vouzela quer aderir ao sistema multimunicipal gerido pela Águas do Douro e Paiva para ter “um fornecimento mais sustentável e robusto” e “uma gestão mais inteligente e integrada”, disse hoje o presidente da autarquia. No Conselho de Ministros de sexta-feira, foi aprovado um decreto-lei que “procede à integração dos municípios de Mangualde, [&#8230;]</p>
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<p>A Câmara de Vouzela quer aderir ao sistema multimunicipal gerido pela Águas do Douro e Paiva para ter “um fornecimento mais sustentável e robusto” e “uma gestão mais inteligente e integrada”, disse hoje o presidente da autarquia.</p>



<p>No Conselho de Ministros de sexta-feira, foi aprovado um decreto-lei que “procede à integração dos municípios de Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, São Pedro do Sul, Sátão, Vale de Cambra, Viseu e Vouzela no sistema multimunicipal de abastecimento de água do sul do Grande Porto, gerido pela Águas do Douro e Paiva, S.A.”.</p>



<p>“A integração de Vouzela no sistema de abastecimento de água em alta que é gerido pela Águas do Douro e Paiva é um avanço significativo para o sistema de água do município”, afirmou Carlos Oliveira à agência Lusa, acrescentando que o processo de adesão “tem vindo a ser estudado já há algum tempo”.</p>



<p>O autarca explicou que, atualmente, “toda a gestão, quer em alta, quer em baixa, é da responsabilidade da autarquia”.</p>



<p>“Temos uma taxa de cobertura superior a 90%, mas quando os verões são um bocadinho mais prolongados ou quando o período de seca é mais alongado, andamos sempre com o coração nas mãos”, admitiu.</p>



<p>Carlos Oliveira lembrou que, em 2017 e 2022, “quando o período de seca foi maior, houve bombeiros a transportarem água de manhã à noite, quase todos os dias, durante muito tempo”.</p>



<p>“Este fornecimento de água em alta pela Águas do Douro e Paiva vem reforçar a capacidade instalada e possibilitar a promoção de outros investimentos estratégicos, porque vamos beneficiar da economia de escala, do ‘know-how’ da empresa e do princípio da especialização”, realçou.</p>



<p>Questionado sobre um possível aumento do preço da água na fatura a pagar pelos consumidores, o autarca garantiu que a adesão ao sistema multimunicipal “não vai ter impacto nas tarifas que estão em vigor à data de hoje”.</p>



<p>“Temos mais de 300 quilómetros de rede no concelho, mais de 70 captações, 39 reservatórios, dezenas de instalações de tratamento de água. É um sistema que, face à nossa realidade e ao facto de não termos uma especialização assim tão grande, é difícil de gerir”, admitiu.</p>
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		<title>Município de Sátão totalmente a favor do alargamento de sistema de água</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/municipio-de-satao-totalmente-a-favor-do-alargamento-de-sistema-de-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 10:21:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Município de Sátão é “totalmente a favor” do alargamento do sistema multimunicipal Águas do Douro e Paiva ao sistema de Fagilde, porque acabarão os problemas de seca no verão, disse hoje o presidente da Câmara. “Sou totalmente a favor, aliás, em tempos levei isso a uma reunião de Câmara para podermos ser abastecidos por [&#8230;]</p>
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<p>O Município de Sátão é “totalmente a favor” do alargamento do sistema multimunicipal Águas do Douro e Paiva ao sistema de Fagilde, porque acabarão os problemas de seca no verão, disse hoje o presidente da Câmara.</p>



<p>“Sou totalmente a favor, aliás, em tempos levei isso a uma reunião de Câmara para podermos ser abastecidos por essa água, uma vez que o Sátão, neste momento, tem várias captações de água, mas durante o verão temos alguns problemas”, disse Alexandre Vaz.</p>



<p>O autarca disse à agência Lusa que a captação no rio Vouga “abastece cerca de 65% do concelho”, mas na época do calor provoca “muitas preocupações, porque o concelho fica com problemas de abastecimento”.</p>



<p>O presidente da Câmara de Sátão falava à agência Lusa na sequência da aprovação em Conselho de Ministros, na sexta-feira, de um decreto-lei que abrange nove municípios, um do distrito de Aveiro (Vale de Cambra) e os restantes do de Viseu.</p>



<p>O decreto-lei “procede à integração dos municípios de Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, São Pedro do Sul, Sátão, Vale de Cambra, Viseu e Vouzela no sistema multimunicipal de abastecimento de água do sul do Grande Porto, gerido pela Águas do Douro e Paiva, S.A.”.</p>



<p>“Reunimos várias vezes com a Águas do Douro e Paiva, já vimos o projeto e a minha reação só pode ser boa, concordo plenamente com isso e só gostaria que chegasse o mais rapidamente ao Sátão para não estarmos sempre com o coração nas mãos no que toca ao abastecimento de água”, reforçou.</p>



<p>Alexandre Vaz contou que “há uns dias” foi contactado pelo Ministério do Ambiente para se “pronunciar sobre isso” e a resposta vai seguir hoje, data-limite para o fazer, “depois de ter estado a trabalhar” no assunto na segunda-feira.</p>



<p>Questionado se ainda vai a tempo, uma vez que foi aprovado na sexta-feira em Conselho de Ministros, o autarca admitiu que “não sabia”, mas disse acreditar que “provavelmente foi aprovado mais cedo pela conjuntura política que se vive” no país.</p>



<p>Questionado se foi contactado pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), o autarca disse que não.</p>



<p>“Sobre esse assunto, em particular, não tenho qualquer memória de isso ter acontecido”, disse.</p>
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		<title>Autarca de Mangualde lamenta que barragem de Girabolhos seja só “uma intenção”</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/autarca-de-mangualde-lamenta-que-barragem-de-girabolhos-seja-so-uma-intencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 10:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Mangualde, Marco Almeida, lamentou hoje que o Governo apenas tenha anunciado “uma intenção” relativamente à barragem de Girabolhos, sem se comprometer com prazos. Entre as quase 300 medidas a implementar no âmbito da estratégia nacional “Água que Une”, que foi apresentada no domingo pelo Governo, em Coimbra, está um estudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da Câmara de Mangualde, Marco Almeida, lamentou hoje que o Governo apenas tenha anunciado “uma intenção” relativamente à barragem de Girabolhos, sem se comprometer com prazos.</p>



<p>Entre as quase 300 medidas a implementar no âmbito da estratégia nacional “Água que Une”, que foi apresentada no domingo pelo Governo, em Coimbra, está um estudo “para avaliar a viabilidade da construção da barragem de Girabolhos”, em Seia.</p>



<p>“As pessoas desta região estão cansadas de anúncios ao longo destes anos. Têm sido feitos vários, mas depois nada se concretiza. Aquilo que foi anunciado, mais uma vez, foi uma intenção de se avançar para Girabolhos, sem datas previstas para o efeito”, afirmou Marco Almeida aos jornalistas, acrescentando que a informação que o município tem ainda é “muito vaga”.</p>



<p>O autarca socialista lembrou que o município sempre disse que a região “ficou penalizada por o Governo não ter avançado com a barragem de Girabolhos”.</p>



<p>“É uma obra estruturante quer para região, quer para o país, e é uma necessidade não para ficar no papel, mas sim para se tornar uma realidade”, frisou.</p>



<p>Girabolhos, no rio Mondego, integrava um conjunto de 10 novas barragens do Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico, lançadas pelo governo de José Sócrates, mas a sua construção foi cancelada em abril de 2016, quando já tinha sido concessionada.</p>



<p>Na sequência do cancelamento, a Hidromondego comprometeu-se a desenvolver várias medidas para melhorar a vida das populações dos concelhos de Mangualde e Nelas, no distrito de Viseu, e de Gouveia e Seia, no distrito da Guarda.</p>



<p>A empresa, que iria construir a barragem, disponibilizou cerca de seis milhões de euros para apoiar diversos investimentos, tendo cada um dos municípios sido beneficiado com uma verba de cerca de 1,5 milhões de euros.</p>



<p>Na altura, o Ministério do Ambiente justificou que na base da decisão estavam critérios jurídicos, financeiros, expectativas dos municípios abrangidos, metas das energias renováveis e descarbonização da economia portuguesa.</p>
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		<title>Estrada Nacional 226 reaberta em Lamego depois de colisão</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/estrada-nacional-226-reaberta-em-lamego-depois-de-colisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 18:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Estrada Nacional (EN) 226 foi reaberta ao trânsito pelas 18:25, depois de ter estado cortada na reta de Calvilhe, no acesso a Lamego, após uma colisão entre quatro veículos ligeiros, disse à Lusa fonte da GNR. “A EN 226 reabriu ao trânsito por volta das 18:25”, precisou a fonte da GNR. A via esteve [&#8230;]</p>
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<p>A Estrada Nacional (EN) 226 foi reaberta ao trânsito pelas 18:25, depois de ter estado cortada na reta de Calvilhe, no acesso a Lamego, após uma colisão entre quatro veículos ligeiros, disse à Lusa fonte da GNR.</p>



<p>“A EN 226 reabriu ao trânsito por volta das 18:25”, precisou a fonte da GNR.</p>



<p>A via esteve cortada nos dois sentidos, desde as 15:15, devido a uma colisão que envolveu quatro veículos ligeiros, na reta de Calvilhe, em Cepões, na entrada de Lamego, no distrito de Viseu, tinha informado, então, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Lamego.</p>



<p>Na ocasião, Nuno Carvalho adiantou à agência Lusa que a colisão provocou “quatro feridos, três ligeiros e um em estado muito grave”.</p>



<p>&nbsp;“Tudo apontava” para que o ferido grave fosse helitransportado, “mas as condições climatéricas não eram favoráveis” e “foi de ambulância para [o hospital de] Viseu”, adiantou o comandante dos bombeiros.</p>



<p>Segundo fonte do Comando Sub-regional do Douro da Proteção Civil, o alerta para o acidente foi dado pelas 15:15 e para o local foram mobilizados 25 operacionais, apoiados por oito veículos e um helicóptero dos Bombeiros Voluntários de Lamego e Tarouca, da GNR e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
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		<item>
		<title>Autárquicas: Autarca de Carregal do Sal recandidata-se pelo PS a segundo e último mandato</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/autarquicas-autarca-de-carregal-do-sal-recandidata-se-pelo-ps-a-segundo-e-ultimo-mandato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 13:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, eleito pelo Partido Socialista (PS), vai recandidatar-se a um “segundo e último” mandato, porque considera que oito anos são suficientes para fazer obra. “Já assumi, perante o partido e o meu executivo, que sou candidato para um segundo e último mandato, porque sempre defendi que oito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, eleito pelo Partido Socialista (PS), vai recandidatar-se a um “segundo e último” mandato, porque considera que oito anos são suficientes para fazer obra.</p>



<p>“Já assumi, perante o partido e o meu executivo, que sou candidato para um segundo e último mandato, porque sempre defendi que oito anos é o tempo certo para se fazer e se não se fizer, também não se faz em 12”, disse à agência Lusa, Paulo Catalino Ferraz.</p>



<p>Eleito em 2021 pelo PS para um primeiro mandato, Paulo Catalino Ferraz sucedeu ao também socialista Rogério Abrantes que, na altura, se candidatou por um movimento cívico, que elegeu um vereador, tal como o PSD.</p>



<p>“Eu tenho este espírito de serviço público e estou disponível para estes oito anos, para acrescentar valor ao trabalho que tenho vindo a desenvolver como presidente de Câmara. Se não o fizer em oito anos, volto à minha vida”, assumiu.</p>



<p>A favor da limitação de mandatos, Paulo Catalino Ferraz considerou “quatro anos pouco, porque os primeiros dois são para terminar projetos e, só depois, é que começam a nascer os projetos” propostos na campanha e que conferem o seu “cunho pessoal”.</p>



<p>As requalificações que vão acontecer em 2025, do centro de saúde, onde era diretor antes de ser eleito, da escola secundária, da biblioteca, das piscinas e outros equipamentos municipais, assim como habitação, “já são fruto do novo executivo”, liderado por si.</p>



<p>“O centro de apoio ao acolhimento e integração de refugiados é um projeto muito importante para mim e que quero concluí-lo. É um projeto prioritário para mim, tal como foi a abertura do Museu Aristides de Sousa Mendes e, também por isso, quero muito um segundo mandato”, destacou.</p>



<p>A par deste centro, Paulo Catalino quer concretizar, num próximo mandato, um centro profissional e ensino superior neste concelho do distrito de Viseu, para colher diversos cursos “e esse projeto deverá ser concretizado e concluído no segundo mandato”, sustentou.</p>



<p>“Sei que para o eleitorado o importante são as obras que vamos fazer na habitação, saúde e educação, mas o centro é o que me vai dar mais gozo pessoal, assim como a formação, porque só faz sentido ter o centro de acolhimento se tivermos capacidade de as integrar”, acrescentou.</p>



<p>Paulo Catalino Ferraz, formado em medicina geral, de 52 anos e casado, lidera o executivo atual municipal, constituído por três eleitos socialistas, com 51,41% do eleitorado (2,868 votos).</p>



<p>Nas eleições de 2021, além dos socialistas, também foram eleitos dois outros vereadores. Um pelo movimento Cidadãos Independentes pelo Concelho de Carregal Sal (CICC), com 22,94% (1.280 votos), e outro pelo Partido Social Democrata (PSD), com 15,31% (854 votos).</p>



<p>Nesse ano, o concelho de Carregal do Sal, no sul do distrito de Viseu, tinha 9.033 cidadãos inscritos e contou com 5.579 votantes.</p>
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		<item>
		<title>Câmara de Mortágua quer criar habitação a custos controlados em Vale de Açores</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/camara-de-mortagua-quer-criar-habitacao-a-custos-controlados-em-vale-de-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 11:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Mortágua quer criar 24 lotes para habitação a custos controlados em Vale de Açores, no âmbito de um projeto que representará um investimento estimado em 2,3 milhões de euros. O município do distrito de Viseu avançou hoje que elaborou um estudo prévio para a construção de 24 moradias unifamiliares, ao abrigo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeviseu.com/camara-de-mortagua-quer-criar-habitacao-a-custos-controlados-em-vale-de-acores/">Câmara de Mortágua quer criar habitação a custos controlados em Vale de Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeviseu.com">Notícias de Viseu</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Câmara Municipal de Mortágua quer criar 24 lotes para habitação a custos controlados em Vale de Açores, no âmbito de um projeto que representará um investimento estimado em 2,3 milhões de euros.</p>



<p>O município do distrito de Viseu avançou hoje que elaborou um estudo prévio para a construção de 24 moradias unifamiliares, ao abrigo do Programa de Habitação a Custos Controlados.</p>



<p>“A operação urbanística ocupa uma área total de 11.825 metros quadrados, sendo a área dos lotes de 7.866,81 metros quadrados e a área bruta de construção de 2.109,54 metros quadrados”, explicou a autarquia, acrescentando que os 24 lotes correspondem a 18 moradias geminadas e seis isoladas.</p>



<p>O projeto prevê também lugares para estacionamento, zonas de sombreamento e zonas verdes de utilização coletiva.</p>



<p>“Com estas diferentes tipologias pretende-se que a oferta habitacional seja diversificada e abrangente, em consonância com as necessidades concretas e a dimensão dos agregados familiares”, justificou.</p>



<p>O município já apresentou uma candidatura ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para financiamento do projeto através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo obtido validação técnica.</p>



<p>No que respeita ao parque público de habitação a custos controlados, a autarquia assinou o contrato de empreitada para a construção de dez fogos (oito T2 e dois T1) que vão resultar da ampliação e requalificação da antiga escola primária de Mortágua e da sua zona envolvente.</p>



<p>“As habitações serão colocadas no mercado para arrendamento a custos acessíveis. Desta forma, este edifício irá continuar a desempenhar uma função social da maior relevância, respondendo às necessidades habitacionais da população”, explicou.</p>



<p>Esta empreitada representa um investimento de 1,1 milhões de euros, com financiamento do PRR, estando o seu início previsto para o primeiro trimestre do ano.</p>



<p>A execução destes projetos está prevista na Estratégia Local de Habitação definida pelo município para aumentar e dinamizar a oferta do mercado de arrendamento, contribuindo assim para atrair e fixar pessoas.</p>



<p>“Não estamos a falar de habitação social, para a qual temos outras respostas e projetos, mas sim de habitação para a classe média e a custos acessíveis”, esclareceu o presidente da Câmara de Mortágua, Ricardo Pardal.</p>



<p>O autarca lembrou o desafio que o executivo tem de “fixar os jovens e os quadros qualificados”, sendo a oferta de habitação “um fator crucial” para o conseguir.</p>



<p>Além destes dois projetos, o município apresentou outra candidatura que visa a reabilitação de habitações.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Autarca alerta ministra para necessidade de criar centro alternativo da proteção civil em Viseu</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/autarca-alerta-ministra-para-necessidade-de-criar-centro-alternativo-da-protecao-civil-em-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 11:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões alertou hoje a ministra da Administração Interna para a necessidade de avançar com a criação do centro nacional alternativo da proteção civil que tem sido falado nas últimas duas décadas. “Tivemos agora um aviso para termos um centro alternativo colocado no melhor local, que é Viseu”, disse [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeviseu.com/autarca-alerta-ministra-para-necessidade-de-criar-centro-alternativo-da-protecao-civil-em-viseu/">Autarca alerta ministra para necessidade de criar centro alternativo da proteção civil em Viseu</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeviseu.com">Notícias de Viseu</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões alertou hoje a ministra da Administração Interna para a necessidade de avançar com a criação do centro nacional alternativo da proteção civil que tem sido falado nas últimas duas décadas.</p>



<p>“Tivemos agora um aviso para termos um centro alternativo colocado no melhor local, que é Viseu”, disse Fernando Ruas aos jornalistas, no final de uma reunião de trabalho entre a ministra Margarida Blasco e os autarcas da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, aludindo aos sismos registados nos últimos dias.</p>



<p>Fernando Ruas lembrou que, por a região de Viseu ser “pouco afeita a sismos”, se mantém há muitos anos a intenção de criar o centro nacional alternativo da proteção civil, que ficaria instalado no aeródromo municipal.</p>



<p>“Eu cheguei a discuti-lo até com plantas com o ministro Jorge Coelho. Vejam lá há quanto tempo foi”, frisou o também presidente da Câmara de Viseu.</p>



<p>Segundo Fernando Ruas, a ministra não tinha conhecimento do protocolo celebrado em julho de 2021 entre o então presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Duarte da Costa, e a sua antecessora na Câmara de Viseu, Conceição Azevedo, que, entretanto, já lhe foi remetido pela autarquia.</p>



<p>“Mandámos-lho e agora já não há qualquer razão para alegar desconhecimento”, frisou.</p>



<p>O objetivo do protocolo era a prossecução do projeto “Centro de Emergência e Proteção Civil”, que previa a construção de um edifício, no aeródromo de Viseu, destinado à instalação de várias infraestruturas da ANEPC, entre as quais o Comando Nacional de Emergência e Proteção Civil alternativo.</p>



<p>Apesar de ser assumido no protocolo que, naquele momento, não era viável “o financiamento comunitário para a concretização do projeto”, ficou acordado que as partes promoveriam desde logo “a execução dos projetos de arquitetura e de especialidades”.</p>



<p>Em janeiro de 2004, o então ministro da Administração Interna, Figueiredo Lopes, anunciou que Viseu iria acolher uma “cópia” do Centro Nacional de Operações de Socorro (CNOS), que funcionaria em caso de catástrofe na região de Lisboa.</p>



<p>“Tem de ser uma espécie de cópia do que existe em Carnaxide, que tem uma sala de operações de âmbito nacional onde são recebidas todas as informações de variados setores. É um centro operacional de âmbito nacional que deve fazer a cobertura dos meios e a atribuição de recursos”, explicou na altura.</p>



<p>No seu entender, a existência de uma alternativa ao CNOS justificava-se, uma vez que o de Carnaxide poderá ficar inutilizado por vários motivos, entre eles o risco sísmico.</p>



<p>“É um cenário teórico, mas é possível”, realçou Figueiredo Lopes, acrescentando que “há registos muito importantes que não se pode correr o risco de perder, tem de se fazer o &#8216;backup&#8217;”.</p>



<p>Em novembro de 2006, o então secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões, anunciou que o concurso para a construção do CNOS alternativo seria lançado no ano seguinte e que já estavam previstas verbas no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).</p>



<p>Para a reunião de trabalho de hoje, os autarcas da região Viseu Dão Lafões levaram também assuntos como a necessidade de conciliação da videovigilância florestal entre as várias CIM e a falta de efetivos quer da PSP, quer da GNR.</p>



<p>No final, a ministra Margarida Blasco escusou-se a prestar declarações aos jornalistas.</p>



<p>Fernando Ruas disse que, durante a reunião, foi deixada a promessa de que, “dentro de pouco tempo”, o secretário de Estado da Proteção Civil se deslocará à região para dar resposta a estes assuntos.</p>
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		<title>Estudo para videovigilância em Viseu concluído até final de março &#8211; autarca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 11:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo para a implementação de um sistema de videovigilância na cidade de Viseu deverá ficar concluído durante o primeiro trimestre deste ano, avançou hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas. “O nosso processo de videovigilância está na fase final. Obtivemos a garantia de que o Governo ajudará na implementação da videovigilância”, afirmou Fernando Ruas [&#8230;]</p>
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<p>O estudo para a implementação de um sistema de videovigilância na cidade de Viseu deverá ficar concluído durante o primeiro trimestre deste ano, avançou hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas.</p>



<p>“O nosso processo de videovigilância está na fase final. Obtivemos a garantia de que o Governo ajudará na implementação da videovigilância”, afirmou Fernando Ruas aos jornalistas, no final de uma reunião de trabalho da ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, com autarcas da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões.</p>



<p>Segundo o autarca social-democrata, a ajuda será em termos financeiros e o valor dependerá do estudo em curso, no qual ficará definido o número de câmaras a colocar e os respetivos locais.</p>



<p>O próximo passo será abrir o concurso, mostrando-se Fernando Ruas confiante em que a cidade (zonas como o centro histórico e Jugueiros) terá videovigilância ainda este ano.</p>



<p>“Haja a decisão de vir a videovigilância, haja a colocação e nós seguramente vamos encontrar forma de ler as imagens e de as mandar a quem de direito para efeitos de fiscalização”, acrescentou.</p>



<p>A ministra Margarida Blasco escusou-se a prestar declarações aos jornalistas no final da reunião com a CIM.</p>



<p>Em janeiro de 2023, o então ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, disse que o seu ministério iria “fazer tudo para apoiar” a implementação de um sistema de videovigilância em Viseu.</p>



<p>“A videovigilância é hoje um instrumento muito importante para garantir o reforço da prevenção, porque é aí que devemos trabalhar, no domínio policial, e Viseu é um dos municípios que quer avançar com essa experiência, à semelhança de outras cidades do país”, afirmou José Luís Carneiro.</p>



<p>O então governante falava aos jornalistas no final de uma cerimónia em que o comandante da PSP e o presidente da Câmara tinham pedido a implementação do sistema de videovigilância.</p>



<p>Na altura, José Luís Carneiro explicou que o sistema terá “mecanismos de alarmística, ou seja, mecanismos de alerta para que as forças policiais, nomeadamente os senhores comandantes distritais, possam pré posicionar os meios, utilizando-os com maior eficiência”.</p>
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		<title>Violência doméstica: Pulseira eletrónica para homem de 20 anos em Viseu</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/violencia-domestica-pulseira-eletronica-para-homem-de-20-anos-em-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 11:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem de 20 anos ficou com pulseira eletrónica e proibido de se aproximar da companheira, na sequência de agressões a essa mulher de 29 anos, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP) de Viseu. Segundo uma nota de imprensa do Comando Distrital de Viseu da PSP, os polícias detiveram no sábado um homem [&#8230;]</p>
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<p>Um homem de 20 anos ficou com pulseira eletrónica e proibido de se aproximar da companheira, na sequência de agressões a essa mulher de 29 anos, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP) de Viseu.</p>



<p>Segundo uma nota de imprensa do Comando Distrital de Viseu da PSP, os polícias detiveram no sábado um homem de 20 anos pela prática do crime de violência doméstica.</p>



<p>O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Viseu, que lhe aplicou como medida de coação o uso de pulseira eletrónica e a proibição de se aproximar da vítima.</p>



<p>A PSP revelou que, após a receção de uma comunicação “de que estariam a ocorrer agressões entre um casal”, dirigiu-se ao local e aí “verificou que a vítima, de 29 anos de idade e do sexo feminino, encontrava-se a sangrar pela boca”.</p>



<p>A vítima “referiu que tinha sido agredida pelo companheiro que se encontrava ainda junto da mesma, sendo prontamente detido” pelos polícias.</p>
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		<title>Incêndio numa habitação no concelho de Viseu deixa um casal desalojado</title>
		<link>https://www.noticiasdeviseu.com/incendio-numa-habitacao-no-concelho-de-viseu-deixa-um-casal-desalojado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Viseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 11:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um casal ficou hoje desalojado na sequência de um incêndio na sua habitação, que sofreu “danos significativos”, e obrigou dois bombeiros a serem assistidos no local, disse à agência Lusa o comandante em suplência dos Bombeiros Sapadores de Viseu. “O casal conseguiu no entanto realojar-se por conta própria, num espaço que tem. O incêndio deflagrou [&#8230;]</p>
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<p>Um casal ficou hoje desalojado na sequência de um incêndio na sua habitação, que sofreu “danos significativos”, e obrigou dois bombeiros a serem assistidos no local, disse à agência Lusa o comandante em suplência dos Bombeiros Sapadores de Viseu.</p>



<p>“O casal conseguiu no entanto realojar-se por conta própria, num espaço que tem. O incêndio deflagrou na habitação, uma casa de quinta grande que sofreu danos significativos, nomeadamente na cobertura e em diversos compartimentos”, afirmou Rui Nogueira.</p>



<p>À agência Lusa o responsável disse ainda que, “à chegada ao local, os bombeiros conseguiram evitar que o incêndio se propagasse para as estruturas contíguas, nomeadamente um armazém de frutas que contém diversos equipamentos, como arcas frigoríficas, já que se trata de uma quinta de exploração de frutas”.</p>



<p>“Conseguimos que o incêndio ficasse confinado ao corpo principal da quinta. Há também a registar a necessidade de duas pessoas assistidas no local, dois bombeiros, um voluntário e um sapador, que entretanto já retomaram a atividade”, acrescentou.</p>



<p>Rui Nogueira disse ainda à agência Lusa que os trabalhos de rescaldo ainda “vão demorar, uma vez que se trata de uma operação bastante complexa”.</p>



<p>Segundo o Comando Sub-regional Viseu Dão Lafões da proteção civil, o alerta para o incêndio na localidade de Cabril, freguesia de Povolide, concelho de Viseu, foi feito pelas 18:22 e o incêndio ficou dominado às 21:07.</p>



<p>No local estiveram 35 operacionais apoiados por 15 veículos dos Bombeiros Sapadores e Voluntários de Viseu, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
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