Nova sala de audiências no Tribunal de Mangualde

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Vai ser inaugurada, hoje, pelas 15h00, a nova sala de audiências do Palácio de Justiça de Mangualde, cerimónia presidida pela Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro.

Considerando as necessidades de remodelação e adaptação do Palácio de Justiça de Mangualde, o IGFEJ (Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça) desenvolveu um projeto para a instalação de uma sala de audiências, adequação do local de detenção e criação de acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida. Para a concretização desta intervenção foi essencial a colaboração do Município de Mangualde na elaboração do projeto de especialidades de instalações e equipamentos elétricos, em articulação direta com o IGFEJ.

A empreitada, que representa um investimento de cerca de 218 mil euros, permitiu dotar o Palácio de Justiça de Mangualde de mais uma sala de audiências, equipada com videoconferência, a juntar à outra já existente, um gabinete de apoio, uma sala de testemunhas e a adequação do local de detenção.

Por forma a melhorar as condições de acesso e de utilização do Tribunal a pessoas com mobilidade reduzida, foram ainda construídas duas rampas, uma no exterior outra no interior do edifício, adaptadas as instalações sanitárias e instalado um elevador de modo a permitir o acesso ao piso superior.

Na cerimónia de inauguração da nova sala de audiências estarão presentes os presidentes da Câmara Municipal de Mangualde e de Penalva do Castelo, João Azevedo e Francisco Lopes Carvalho, respetivamente, entre outras individualidades.

Esta inauguração faz parte do programa da visita do IGFEJ à Comarca de Viseu, que terminará em Tondela, com a visita às instalações do Juízo de Competência Genérica, recentemente alvo de uma intervenção, orçada em 229 mil euros, que contemplou além da ampliação da sala de audiências, a melhoria e adaptação das acessibilidades e do local de detenção.

O IGFEJ tem sistematicamente aferido as necessidades de intervenções nas instalações dos tribunais e consequentemente planeado obras de beneficiação dos edifícios de forma coordenada com o Conselho de Gestão das Comarcas.