Autarquia de Cinfães promove “press trip” para mostrar as potencialidades do concelho

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Cinfães foi momentaneamente “tomada” pelos jornalistas. Durante 3 dias órgãos de comunicação de expressão nacional tiveram a oportunidade de conhecer o que de melhor o concelho tem para oferecer aos turistas que o escolham como local para uma escapadinha ou umas férias de Verão. O desconfinamento merece o melhor.

Cinfães está a um passo dos grandes centros urbanos e é o local onde se inspira natureza e expira saúde. A paz e o sossego de uma região no seu estado de conservação mais puro, a tranquilidade e a segurança entre o cimo da serra de Montemuro e a foz do Rio Paiva não foram abalados, mas sim confirmados.

Jornalistas do “Público”, da revista “Evasões” do Jornal de Notícias, dos sites de viagens e lazer – “Sapo Viagens” e “Fly News”, e do jornal online “A Notícia” experimentaram na pele as sensações que muitas das vezes nos arrepiam de prazer e nos levam a paraísos na Terra.

O programa de 3 dias começou na Serra da Montemuro com a recriação dos percursos antigos dos rebanhos – Siga o Rebanho – quando os pastores calcorreiam as encostas da serra até São Pedro do Campo em Cinfães em vigia ao gado pela região. Recorde-se que, é aqui, que começa a excelente gastronomia de Cinfães que, também, foi proporcionada aos visitantes.

Todas as visitas à Serra terminam com a degustação do que melhor há na região e esta não foi exceção. Provaram-se os vinhos, o pão, o queijo e o presunto, que serviram de aperitivo para o que se seguiria. O dia não terminou sem passagem pelo Museu Etnográfico de Nespereira (Quinta da Granja), um local onde se partilha e mostram vivências, histórias e aspetos da ancestralidade dos povos locais.

Os dois dias seguintes foram intensos. O segundo dia começou na Muralha das Portas de Montemuro e seguiu até à Aldeia da Gralheira. A 1200 metros de altitude em plena serra de Montemuro, a história permanece imóvel com povo humilde e acolhedor. A serra continua a ter as mesmas flores de há duzentos anos. Os pássaros fazem ali os seus ninhos. Os ruídos são do vento a passar e da água a correr pelos ribeiros.

Para descobrir ou redescobrir Cinfães não se pode fugir ao Museu Serpa Pinto, onde se partilha a vida do ilustre explorador cinfanense que atravessou o continente africano. Outro local incontornável é o Vale do Bestança, que desde 2015 conta com um Centro de Interpretação, local que funciona como porta de entrada ao concelho, um laboratório vivo para explorara o território. Ainda, no Rio Bestança foi possível a prática de yoga numa prancha de Stand Up Paddle. Uma sensação única de ligação à natureza que, apesar de desafiante, é extremamente relaxante.

No terceiro e último dia entrou-se na Rota do Românico, mas não sem antes parar no Parque Fluvial Km 10. Junto ao rio Paiva permite fazer um percurso de arvorismo, constituído por diversas pontes suspensas entre árvores. Dentro do “românico”, uma visita imperdível à Igreja de Nossa Senhora da Natividade de Escamarão. O templo enquadra-se no modelo chamado gótico rural com destaque para a cabeceira com uma janela de expressão gótica, embora decorada com motivos de pérolas de cariz românico. Quase a encerrar a press trip de 3 dias a Cinfães os jornalistas foram convidados a fazer um passeio de barco a partir da margem esquerda do rio Douro, no cais de Escamarão, ali ao lado da igreja.

A magia de Cinfães está à distância de um clique. O paraíso não fica tão longe quanto isso! A inspiração para escolher o que fazer neste destino naturalmente único encontra-se no Facebook VisitCinfaes, no Instagram visit.cinfaes e no site VisitCinfães.

 

César Nóbrega