KARMA IS NOT A FEST 27 DE AGOSTO, 3, 10 E 17 DE SETEMBRO

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DE CARMO A KARMA

 

O Carmo ́81 enquanto cooperativa cultural, tem o intuito de desenvolver e dinamizar o ecossistema cultural de Viseu e pretende dar continuidade a essa missão apesar da conjuntura excecional que vivemos.

 

A programação regular desde Agosto de 2015, em pleno centro histórico da cidade, tem-nos aproximado da crescente produção cultural local e nacional, sendo que, entre a multidisciplinaridade artística que procuramos trabalhar, é na música que funciona o nosso karma.

 

Em 2020 o Karma conduz-nos até à centenária Mata do Fontelo em Viseu, na primeira produção exclusivamente fora das portas do Carmo´81 e em nome próprio. Será mais do que uma extensão da programação do Carmo´81 naquele local, será um novo processo de criação de conteúdos, será a exploração de cenários únicos e idílicos, será a nossa colaboração para com o setor cultural que é o nosso Karma.   

 

O EVENTO: KARMA IS NOT A FEST

 

Karma explora os lugares centenários da Mata do Fontelo e, como se de Karma se tratasse, chama-nos para criar neles as nossas histórias nos dias 27 de Agosto, 3, 10 e 17 de Setembro.

 

A estratégia é multidisciplinar, focada em explorar os sons, histórias, paisagens e música na Mata do Fontelo através de 11 concertos, 1 cine-concerto, 4 criações artísticas, 4 conversas e  4 caminhadas, entre eventos in loco e conteúdos disponíveis exclusivamente online.

 

A necessidade e dever de reduzir a lotação dos locais utilizados para o evento promovem a vontade de criar e partilhar com o nosso público os conteúdos que iremos produzir sempre de forma contínua.

 

Propomos um evento à medida da realidade: seguro e realizado por profissionais disponíveis para prestar todas as informações e fazer cumprir os comportamentos fundamentais como desinfeção das mãos, distanciamento físico, uso de máscara, respeito por percursos e lugares marcados, de modo a proporcionar ao público, artistas e equipa todas as condições de segurança.

 

Tínhamos planeado para 2020 uma programação eclética, abrangente e repleta de apresentações de vários projetos comunitários. Estava previsto um festival que iria decorrer no mês de Junho ao longo de 4 dias consecutivos. O Karma foi ingrato e obrigou-nos a adiar todos os planos festivaleiros. Mas logo nos deu a possibilidade de reagendar e reprogramar a iniciativa, esquecendo as características de um festival. Propomos agora um evento de programação regular ao longo de um mês na Mata do Fontelo e no site do Carmo´81.

 

Com propostas entre produção local e artistas nacionais que nos inspiram, procuramos assim colaborar para descentralizar a oferta cultural, cumprir o nosso dever para com o público e vários artistas e atores culturais.

 

O Karma Is Not A Fest usufrui do apoio da Câmara Municipal de Viseu, na forma de financiamento no contexto do programa de apoio” Viseu Cultura”.

 

ARTISTAS/ ATIVIDADES

 

4 Criações Artísticas

Seis artistas de Viseu foram desafiados a interpretar os sons, as vivências, as histórias, paisagens e imaginário do Fontelo. Desafio aceite, estão a ser produzidos quatro criações.

 

Karma – a Fanzine do Carmo’81 – de 2020 é uma JuveZine. Criada a pensar nos pequenos novos agentes sociais (até aos 10-12 anos), apresenta um conjunto de 10 profissões possíveis na Mata do Fontelo (Viseu, Portugal), embora apenas possíveis se não se olhar para o que existe sem especular quanto ao que poderá esconder-se para lá da visão.

No fundo, é um guia an-histórico com indicações a quem queira ser um dos profissionais de que se fala: do “Atapetador de Folhas”, ao “Sinaleiro de Bombus”, passando pelo “Apascentador de Vacas-Louras”. Assim se apresenta o Fontelo e a Mata do Fontelo em particular, com as suas especificidades e uma sugestão de como as encarar.

Com textos de R.M. Ribeiro e desenhos de Rosário Pinheiro.

(Disponível online e formato físico)

 

Criação musical de dois artistas, à distância e unidos no fascínio pelo Fontelo, Sofia Moura (acordeão) e Remi Gallet (saxofone) trazem-nos Ocaso, um pôr-do-sol sonoro para ouvir em casa ou na Mata do Fontelo.

(Disponível online)

 

Depois de viver umas horas de olhos fechados e ouvidos abertos nos recantos do Fontelo, José Pedro Pinto apresentará Fontellum, uma peça original inspirada no que aí ouviu, cruzando eletrónica, gravações do local e instrumentos acústicos.

(Disponível online e actuação)

 

Marco Alexandre fará uma fotografia sonora, a sua representação das vivências de quem por ali cresceu. Irá procurar os sons característicos aos quais se conecta da Mata do Fontelo. Este processo será documentado em vídeo da criação a decorrer durante o mês de Agosto. (Disponível online)

 

4 Conversas

As Conversas, realizadas em parceria com a “Iniciativa 232.” (da Projecto Património), procuram abordar a temática alargada do “Espaço Público”. Através de conversas informais, registadas e disponibilizadas online, fala-se das experiências, desafios e sugestões que instituições, projectos e indivíduos aceitam partilhar no Karma.

 

Desde a criação musical comunitária, ao uso de plataformas digitais como modelo natural de funcionamento e interação, o primeiro “set” de conversas terá convidados nacionais e internacionais, cada qual trazendo o seu ponto de vista, ainda que não esquecendo que a música é o motivador principal do Karma.

(Disponível online)

 

4 Caminhadas

As caminhadas são conteúdos disponíveis no site do Carmo´81 em que desafiamos o público a fazer o percurso recomendado no conforto de sua casa imaginando a sua presença na Mata, ou inloco com os dados ligados a acompanhar o conteúdo online.

 

Liliana Bernardo lê Gonçalo Mira num percurso pela Mata com a leitura da obra poética Fontelo, livro de autor de Gonçalo Mira dedicado à Mata.

(Disponível online)

 

João Dias apresenta-nos uma visita guiada pela arte pública produzida pelo projeto Poldra. (Disponível online)

 

Experiência de procura sonora pelos percursos da Mata do Fontelo, a partir da criação original de Sofia Moura e Remi Gallet.

(Disponível online)

 

Em É uma Mata não é um Parque, Hélder Viana e Paulo Barracosa explicam-nos a diferença num percurso pela ideologia adoptada na reabilitação da Mata do Fontelo.

(Disponível online)

 

11 Concertos

 

Dia 27 de Agosto 18:30h

Arianna Casellas

Canta o seu proto diário de viagem: uma mensagem metida em garrafa de vidro e atirada a um mar qualquer; um percurso de escadarias cujas direções não se entendem mas são giras de ver. Este disco navega por entre histórias de aventuras, nostalgia e muita família, acompanhado por sonoplastias discretas que espreitam nos momentos narrados das canções.

Apercebeu-se então uma paisagem sonora de memórias, projeções e emoções dignas de um pirata maroto. Ou talvez só de alguém ainda bastante jovem, defendida pelos objetos aleatórios que usou para gravar as sonoplastias que acompanham as secções narradas das canções, do seu fiél Cuatro venezuelano e pela bravura do seu coração.

Pretende não cair no típico belo nas suas explorações/composições musicais e vocais. Às vezes, aceita a sua sina e a agradabilidade de, de facto, cantar bem.

Trabalha também com os Melifluo, com os Sereias e Zygosis. Para ela, as canções são fundamentais, tal como o vinho à refeição.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 27 de Agosto 21:30h

Samuel Martins Coelho

A ideia de gravar um disco para violino solo já várias vezes tinha surgido mas o tempo nunca parecia o certo. Foi no violino que fez grande parte da sua formação e com o Violino iniciou a sua carreira como músico, na altura em orquestra. A fortíssima tradição histórica e cultural do violino, imprimia um forte respeito e uma certa cautela a esta ideia. Mas as ideias amadurecem e ganham forma e o tempo certo para as concretizar sempre chega.

Partita para violino solo é o seu contributo para a música contemporânea e para a escrita de música para violino, para as novas gerações de músicos violinistas.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 27 de Agosto 22:00h

HHY&The Macumbas

Quando uma brass band passa nas ruas de Nova Orleães pára-se para ouvir. As marchas efusivas, som cheio, unidireccional que, na sua forma circular, assume múltiplas direcções, o carácter cerimonial do movimento e da música aprazem a atenção, os sentidos apuram-se e o corpo vibra. Mais do que um ritual, é uma celebração. E é nesse registo de celebração que a música dos HHY & The Macumbas existe. Liderados por Jonathan Saldanha e com João Pais Filipe, Brendan Hemsworth, Filipe Silva e Frankão na percussão, e André Rocha, Álvaro Almeida nos metais, os HHY & The Macumbas partilham no seu segundo álbum, depois do aclamado Throat Permission Cut (Silo Rumor, 2014), uma euforia de movimentos invisíveis em constante êxtase. Em Beheaded Totem há uma ausência de boas maneiras para meter o corpo a vibrar. Isto é, os ritmos febris contagiados pela secção de metais entram de rompante em “WIlderness Of Glass”, o movimento circular – e não repetitivo – das peças situa-as no improviso entre o rock e a dança: não se sabendo o que fazer, dança-se com a música dos HHY & The Macumbas. Afinal, é uma celebração. Sente-se a luz dos Boredoms, a constância dos African Head Charge, a electricidade rítmica do dub de Adrian Sherwood influenciada pelas paisagens ambientais de Wolfgang Voigt enquanto Gas, a substância house/techno de Vladislav Delay misturada com a destilação de Fela Kuti se tivesse subido ao palco com os This Heat. À medida que os ritmos envolvem e se conquista uma percepção sobre o movimento da música dos HHY & The Macumbas, ela transforma-se, torna- se sónica, ideologicamente alinhada ao rock e a uma dissonância de sorriso largo que poderia ter existido na Nova Iorque de início dos 1980s. Havia o rock a aprender com o disco – e vice- versa -, em Beheaded Totem, as guitarras não podem aprender porque não estão lá, mas fazem-se ouvir pela mistura invencível dos elementos que compõem a música dos portuenses. Celebração sim mas celebração que vem ao encontro, é música que marcha sempre em frente e que não pára, que procura mais e mais corpos para destilarem nas práticas de vudu-espacial que os HHY & The Macumbas criaram. As bandas de Nova Orleães, o Carnaval do Rio, as raves a que se foi e não há memória, os concertos infinitos e os HHY & The Macumbas. Só não vale ficar sem cabeça. 

(Disponível online e actuação)

 

Dia 03 de Setembro 18:30h

Tiger Picnic

É dueto guitarra e bateria que vai beber inspiração às escolas do blues, do garage e do punk sob uma estética lo-fi para criar um género próprio: “Catano Blues”.

Do som cru captado no sótão lançaram The Essential Catano Blues Volume III e III, seguido de uns EPs cada vez que fazem férias ou que um fascistazeco é eleito.

Têm apresentado os temas ao vivo desde o palco do dia zero de Paredes de Coura e o mui ilustre Barreiro Rocks até vãos de escada, varandas, casas ocupadas,…

Ultimamente, como o trabalho do duo está mais centrado em The Dirty Coal Train, os tigres têm saído da caverna onde hibernam apenas com insistência de amigos e pedidos mais pontuais mas nem por isso estão mais domados!

Preparem-se para Rock e punk blues crú e como sempre aconselham: um bom queijo e um bom tinto podem facilitar o processo de audição.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 03 de Setembro 21:30h

José Pedro Pinto

Licenciado em Cinema e com formação em guitarra clássica, a sua música original combina o som clássico com a severidade da guitarra acústica de 12 cordas. Começou a dar concertos em 2019, contando desde então com atuações a solo no Carmo’81, ACERT, Fnac Viseu e festivais Mescla e Sementeira.

Depois de viver umas horas de olhos fechados e ouvidos abertos nos recantos do Fontelo, José Pedro Pinto apresentará Fontellum, uma peça original inspirada no que aí ouviu, cruzando eletrónica, gravações do local e instrumentos acústicos.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 03 de Setembro 21:30h

Cine-concerto

Surdina de Rodrigo Areias, com argumento de Valter Hugo Mãe e musicado por Tó Trips 

Surdina é uma “Tragicocomédia Minhota”. A estreia de Surdina em território nacional acontece em Julho depois da estreia mundial na 43.ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Produzido pela Bando à Parte, Surdina conta no elenco com, entre outros, António Durães, Ângela Marques, Ana Bustorff, Jorge Mota, Filomena Gigante, Clara Moreira, João Pedro Vaz e Rosa Quiroga.

Num espaço rural, um velho homem recebe a notícia de que a sua falecida mulher foi vista a fazer compras na feira.

Revoltado, pretende esconder-se de todos, despeitado e triste, mas os seus amigos insistem para que não dê ouvidos ao povo e aproveite tal facto para se fortalecer e, quem sabe, casar-se de novo.

Esta é uma história da delicadeza de se ser velho, do que resta ainda para sonhar e para amar quando a idade avança significativamente e o corpo se enfraquece. Num Portugal antigo e recôndito, que afinal existe, apesar de tudo quanto façamos para nos modernizarmos.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 10 de Setembro 18:30h

Unsafe Space Garden

Nasce na Penha de Guimarães e cantam o musgo e o absurdo. O caminho pelas Penhas do mundo faz-se sempre às gargalhadas: a arma neutralizadora de todos os males, o que não implica que de quando em vez não se deixem levar pelo nome.

Nesta dicotomia subsiste a impressão digital das canções: bonecas russas que não sabem quando acabam mas que reconhecem que precisam umas das outras.

A conclusão é sempre que não existe nenhuma e é daí que Unsafe Space Garden se ergue, em todo o seu esplendor de vozes, cores, teatralidade, pungência e fragilidade.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 10 de Setembro 21:30h

Stereoboy

Tal como na estereofonia, o projeto Stereoboy também é feito de dois canais. O projeto pessoal de Luís Salgado associa-se em cada momento a um outro canal que pode ser uma pessoa, um coletivo ou apenas uma máquina.

Na nova vida de Stereoboy, a eletrónica junta-se à bateria e percussão industrial criando drones tanto imersivos e contemplativos como agressivos e ruidosos. Depois de dois EP’s e um álbum lançado em 2013 pela editora PAD, Stereoboy lançou um novo disco em Abril de 2020 numa parceria de edição entre O Cão da Garagem e a inglesa Dirty Filthy Records chamado Kung Fu.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 10 de Setembro 22:00h

Dada Garbeck

É o projeto de Rui Souza que, até à data, já desenvolveu inúmeros trabalhos artísticos um pouco por todo o mundo. Em 2019 foi anunciado pela Antena 3 como “o concerto mais surpreendente” do ZigurFest e pelo jornal Público como “um artista a ter em conta nos próximos anos”. Ainda na Jazz.pt sobre o novo álbum, pelo crítico Rui Eduardo Paes, “Ou seja, o jazz indeferido que há por estes temas vai mais longe, para diante e para trás, do que a maior parte do jazz vocal que vai sendo criado nos nossos dias, fechado sobre si mesmo, dogmático e surdo para o mundo – importante é afirmá-lo”. Na crítica internacional é destacado pela Mindies (Madrid), como “uno de los músicos experimentales portugueses más interessantes de la actualidad” conseguindo assim entrar na tabela dos melhores álbuns do ano.

Dada Garbeck apresenta o seu mais recente trabalho The Ever Coming – Vox Humana editado em 2020 pela Discos de Platão, naquilo que se pode chamar um álbum dedicado à voz humana. A voz e os sintetizadores ou a voz como sintetizador são a chave deste concerto. E talvez seja isto que torne este álbum tão belo – a comunhão ancestral da perenidade da voz, da nossa voz, sacrílega. Uma ode de redenção. Uma voz onde cabe todo o linguajar do mundo.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 17 de Setembro 18:30h

Contos e Lenga Lendas

É uma série de concertos e gravações criadas por Gil Dionísio.

Concertos para violino e contos cantados. Melodias, cantigas e lenga-lendas criadas a partir dos muitos mundos de Dionísio. Cada peça um conto, cada conto uma história. E para cada história surgem canções, sinfonias e sons para um violino que bebe de uma música clássica que não quer ser antiga, da música tradicional um pouco de todo o mundo e de um jazz quase esquecido: inspirado na ideia do solo, do solista e das histórias que se contam quando não há rede.

Contos em malabarismo e histórias que aparecem, sempre, quando menos se espera. Tramas e narrativas para escutar. Quanto às cores, depende da história e da disposição do violino que se chama Baby.

O primeiro volume de Contos e Lenga-Lendas reúne um conjunto de contos sobre animais e será lançado em disco e em livro ainda em 2020, sob a alçada da editora OLYMPO, fundada por Gil Dionísio. A OLYMPO dedica-se a uma “Poesia Colateral, para um Experimentalismo Lírico”.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 17 de Setembro 21:30h

AURORA BRAVA -redux-

Os AURORA BRAVA trazem na sua música elementos de vários subgénerosda música alternativa como o artrock. Letras nubladas e luminescentes discorrem sobre melodias extáticas e riffs de guitarra à la headbanger.

O grupo liderado por Bruno Pinto apresenta-se neste concerto em versão trio, talvez mais intimista, talvez não e assim partilham as suas canções sob uma perspectiva alternativa em busca de novas formas de expandir o espaço e tempo em música, novas formas de sair e voltar ao corpo que nos serve de concha.

(Disponível online e actuação)

 

Dia 17 de Setembro 22:00h

Filipe Sambado

Inaugurou o seu percurso musical em 2012 com o lançamento do EP Isto Não É Coisa Pra Voltar a Acontecer. No entanto, aconteceu mesmo e assim chegaram até nós 1,2,3,4 e Ups… Fiz Isto Outra Vez, que abriram caminho para Vida Salgada, o seu primeiro longa duração lançado em 2016. A este sucedeu-se Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo editado em Abril de 2018 com selo NorteSul/Valentim de Carvalho. Aclamado pela crítica especializada e pelo público, foi considerado o melhor disco nacional do ano pela Antena 3, Radar, Vodafone FM, entre outras publicações, e nomeado para os Prémios SPA 2019 na categoria de Música – Melhor Trabalho de Música Popular.

No primeiro trimestre de 2020 Filipe Sambado participou no Festival da Canção interpretando o tema original “Gerbera Amarela do Sul” que o consagrou vencedor do voto do Júri e lhe rendeu o 3º lugar no pódio da final. Este tema integra o seu novo disco Revezo, o seu segundo pela NorteSul/Valentim de Carvalho e terceiro trabalho sob a alçada da agência e promotora Maternidade.

(Disponível online e actuação)

 

Bilhetes/Reservas

Concertos da tarde, gratuitos, mediante reserva.

Concertos da noite, preço bilhete por noite 6,5€, mediante reserva.

Para reservas e compra: karmaisafest@gmail.com