Câmara de Viseu reabilita edifício para atividades sociais

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A Câmara de Viseu adjudicou hoje uma obra de 190 mil euros para reabilitação de um edifício municipal em Faíl, que será uma casa polivalente, mas que ficará ao dispor da Junta e de uma associação local.

“O executivo aprovou a requalificação e a adjudicação da Casa do Logradouro de Faíl. Um investimento de 189 mil euros, com um prazo de execução de 270 dias, que prevê a reconstrução da casa, mantendo a traça original”, adiantou a presidente da Câmara.

Conceição Azevedo explicou aos jornalistas, após a reunião do executivo, que se trata de “uma obra relevante para o concelho e que demonstra bem a aposta do investimento continuado do município na coesão territorial”, tendo em conta que se localiza na freguesia Faíl e Vila Chã de Sá, um das mais a sul do concelho.

O vice-presidente da Câmara e responsável pelo pelouro das freguesias, João Paulo Gouveia, explicou ainda que, “após esta reabilitação, está na calha a elaboração de protocolos” com a Junta de Freguesia e com o grupo desportivo de Faíl que, “recentemente, foi reconhecido como IPSS”, (Instituição Particular de Solidariedade Social).

“A casa estava a necessitar de obras de fundo e irá, com certeza, constituir um polo de desenvolvimento social e local em Faíl. Esta casa, que será polivalente, irá ser devolvida e disponibilizada através da Câmara para, sobretudo, trabalho social”, explicou João Paulo Gouveia.

Juntamente com a obra de Faíl, foi também adjudicada a obra do novo Mercado dos Produtores, na cidade de Viseu, anunciado há um mês e “que começará em breve”.

“Constitui um papel fundamental na revitalização da economia local e um apoio vital para os produtores”, disse.

Na reunião de hoje, o executivo municipal também aprovou a requalificação do percurso pedestre da rota de Ribeira de Várzea, adiantou a presidente.

“É uma forma de potenciar as atividades ao ar livre e temos tantos e que nesta altura são tão procurados. Este é o percurso número um, o mais antigo no concelho, com 8,8 quilómetros de cumprimento”, precisou Conceição Azevedo.

A presidente destacou ainda que este percurso “se inicia próximo de um conjunto de 86 poldras, que no passado permitiam o atravessamento do rio para as populações de Várzea de Calde e de Sanguinhedo das Maçãs”.

“Ao longo do percurso é ainda possível ver diversos moinhos, uma capelinha, as eiras tradicionais, os canastros, uma lagareta e a Barragem de Várzea de Calde, assim como o Museu de Linho de Várzea de Calde”, destacou.