ADERMAP lança Programa CuiDAr para apoiar pessoas com Dermatite Atópica na aquisição de produtos de higiene e hidratação da pele

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A Associação Dermatite Atópica Portugal – ADERMAP – lança no Dia Mundial da Dermatite Atópica (DA), 14 de setembro, e por ocasião do seu 3º aniversário, o Programa CuiDAr para apoiar as pessoas e famílias que vivem com DA. Esta iniciativa que conta com o apoio da Associação Nacional de Farmácias (ANF) e de 11 Laboratórios com produtos de dermocosmética, permitirá a comparticipação especial de 111 produtos de higiene e hidratação apropriados para a dermatite atópica para os Associados da ADERMAP, e ajudará a promover a adesão à terapêutica tópica e a aliviar o peso financeiro da doença.

Com a implementação do Programa CuiDAr, a ADERMAP deixa um claro pedido à Tutela para a implementação de medidas adicionais que permitam ir ainda mais longe no apoio à aquisição de produtos essenciais à correta higiene e hidratação da pele com DA, uma doença muito prevalente em Portugal.

Para Joana Camilo, Presidente da ADERMAP, “A aquisição de produtos de higiene e hidratação apropriados para a DA, parte integrante e essencial ao controlo desta doença, implicam um fardo financeiro muito pesado para as pessoas. Segundo o estudo de Impacto da Dermatite Atópica, são gastos em média cerca de 150€ por mês na gestão da sua doença, entre medicamentos, produtos apropriados, consultas e urgências. Um valor incomportável para a maior parte das pessoas e famílias. Cerca de 80% dos 1018 milhões de euros anuais quantificados no controlo da DA em Portugal são suportados pelas pessoas e famílias. É, por isso, fundamental lançarmos este apelo ao Estado para que se juntem a este esforço de aliviar a carga financeira do controlo da DA nas pessoas e nas famílias em Portugal”.

Ainda no âmbito do Dia Mundial da Dermatite Atópica, a ADERMAP irá lançar a primeira foto integrante da exposição fotográfica digital “DA Voz Sem Palavras”. Esta exposição pretende sensibilizar a sociedade para o impacto real e alargado da DA nas crianças e adolescentes, nas suas famílias e estruturas sociais, prestar uma homenagem às famílias que (com)vivem com esta doença, revelando as fragilidades ocultas e dando luz à sua resiliência e capacidade de superar os desafios desta patologia; para além das lesões visíveis.