Na última reunião descentralizada das Juntas de Freguesia do Concelho de Viseu, realizada em Orgens, a insatisfação dos autarcas, face à versão conhecida do PDM, voltou a estar patente, afirmando-se que continua a colocar um travão no desenvolvimento das povoações. A voz que mais se fez ouvir foi a do presidente da Junta de Freguesia de Côta, Joaquim Polónio.
O autarca insurgiu-se contra o facto de muitas das suas sugestões não terem sido consideradas pela Comissão de Acompanhamento do processo. |
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Fernando Ruas aproveitou ocasião para pedir mais efectivos para a GNR
O presidente da Câmara de Viseu aproveitou a deslocação do ministro da Administração Interna a Viseu para pedir o reforço dos efectivos da GNR, atendendo ao aumento da criminalidade que se tem verificado nas zonas rurais.
Ao intervir numa cerimónia de assinatura de protocolos no âmbito do Contrato Local de Segurança (CLS) em vigor no centro histórico de Viseu, que vai ser reforçado com dez elementos da PSP, Fernando Ruas manifestou o desejo de que “este espírito” fosse territorialmente alargado.
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O PSD efectuou, na semana passada, na Assembleia da República, uma interpelação ao Governo em matéria de políticas económicas que colocou a nu o vazio de ideias e de propostas por parte de Pedro Passos Coelho, pois nem sequer uma medida ou ideia foi apresentada pelos seus parlamentares.
Por seu lado, o Governo, através de Vieira da Silva e de Pedro Silva Pereira, colocou o PSD perante os seguintes factos: i) criação, já em Junho, de mais uma linha de crédito de 1.250 milhões de euros para apoio às PME (Investe 6), incluindo uma parcela de 450 milhões para empresas exportadoras e uma outra de 350 milhões para micro e pequenas empresas; ii). |
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As últimas palavras oficiais do Congresso couberam ao Primeiro-Ministro, José Sócrates. Disse que é precisa uma ‘Nova Agenda Política’ para o poder local, e salientou que as ‘autarquias são parceiros incontornáveis do desenvolvimento e modernização do país’ e defendeu a ‘cooperação estratégica focada no interesse geral com metas concretas, a breve prazo’.
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O País vive um autêntico estado de emergência, mas o Governo não parece perceber, ao longo de 130 páginas do Programa de Governo não se divisa uma estratégia. O País vive problemas sérios, o desemprego atinge os níveis mais altos dos últimos anos, as empresas debatem-se com graves problemas, os recursos são cada vez mais escassos, um autêntico estado de emergência que implicava uma ordenação de prioridades com os bens escassos que temos.
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